Feira Livro

Festival Imaginária_, organizado pela Lovely House Editora, convocou editoras, autores e coletivos a participarem da primeira edição da sua feira totalmente dedicada a publicações de fotografia, a Feira Livro.

_Editora Olhavê

Fundada e tocada pelo casal Georgia Quintas e Alexandre Belém, a Olhavê é uma editora independente com foco em publicações sobre fotografia e imagem. A editora dedica-se a projetos autorais, processos de criação e edição fotográfica. Temos especial interesse na reflexão sobre como narrar poeticamente temas, sensações, metáforas, ensaios.
Enfim, caminhamos pela edição e montagem da escrita visual.
Nossos projetos são humanizados, dialogados, delicados e concentrados no espírito de experimentar e pensar a fotografia com seus autores.

1978

Gabriela Oliveira

O livro 1978 apresenta a primeira experiência da artista Gabriela Oliveira com a fotografia. Aos 17 anos, vinda do interior do estado, Gabriela morou num pensionato católico no centro de São Paulo. Era 1978, a câmera, uma Fujica 35fs do irmão e alguns filmes Tri-X.

Deslocar-se no tempo, através do arquivo fotográfico foi o caminho tomado de convergência para o exercício narrativo da edição.

Dimensões (alt x larg): 25 x 20 cm
Páginas: 80 páginas
ISBN: 9788568804049
Edição:
Ano: 2016
Tiragem: 500 exemplares numerados e assinados
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 70,00
Afegão

Ricardo Thomé

O livro Afegão, do fotógrafo Ricardo Thomé, concretiza um desejo de criança. Aos 10 anos, o autor ouviu pela primeira vez sobre o Afeganistão, e sentiu vontade de conhecer um lugar que lhe soava familiar. Décadas depois, em 2013, após várias tentativas frustradas, a viagem é realizada.

Dimensões (alt x larg): 19.3 × 1 × 23 cm
Páginas: 80 páginas
ISBN: 9788593223051
Edição:
Ano: 2018
Tiragem: 250
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 75,00
Antes do Inverno

Chen Hui Li

O primeiro livro da fotógrafa Chen Hui Li passa-se em Curitiba, cidade e lar escolhidos pela sua família. O ensaio narra uma mudança, a despedida e um novo começo. Potente e conciso, Antes do inverno elabora o espaço vivido em documento para a memória.

Em texto sobre o ensaio, o escritor Ademir Demarchi, considera que “como é de se esperar, uma mudança intensifica os afetos, tanto nos gestos de apurar o olhar para uma planta, quanto para um objeto ou um determinado lugar, como uma despedida do tempo ali passado, agora marcantemente transitivo que, sendo de sua mãe, é também seu”.

Dimensões (alt x larg): 20 × 2 × 23 cm
Páginas: 80 páginas
ISBN: 9788593223099
Edição:
Ano: 2020
Tiragem: 250
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 90,00
Awakening

Leslie Markus

O livro Awakening, da fotógrafa O livro Awakening, da fotógrafa Leslie Markus, transita pela fotografia documental com leveza e discrição. Documentar seria confirmar ou testemunhar algo, um fato. O documentar de Awakening é subjetivo, nas entrelinhas. Sem provas mas com proposições e questionamentos.

A rotina temporal de três irmãos é diluída. Um amálgama se forma. Intimidade, cotidiano, relações e tensões do entorno familiar são registrados com delicadeza e cuidado.

Awakening suplanta o álbum de família que data e fecha um período. Mais do que isso, o ensaio é aberto para interpretações e vislumbres sobre o caminho dos protagonistas da narrativa., transita pela fotografia documental com leveza e discrição. Documentar seria confirmar ou testemunhar algo, um fato.

Dimensões (alt x larg): 22 × 1.5 × 24.4 cm
Páginas: 104 páginas
ISBN: 9788593223037
Edição:
Ano: 2017
Tiragem: 1000 
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 90,00
Baches

Montserrat Baches

Desejar entender a imagem documental subjetiva não é processo direto, assertivo sobre algo que vemos. Baches divaga por atravessamentos de relações humanas. Se passa em um só ambiente, em apenas um espaço, com pessoas que não pensam em falar para a fotografia.

Pode ser sobre a vida de alguém, de alguns de nós. Parte da vida se dá pelas vontades em perceber o sentido ao se deslocar no tempo, sair de uma pátria e gerar outra. Por coisas que voam, a história de um núcleo familiar é distraída.

Baches é sobre o cabimento do que existiu (ou não existiu) pela natureza da própria história. A narrativa é cabimento tortuoso, no qual as lacunas tropeçam no silêncio, caem no meio de fotografias, no meio de gente. Baches respira porque a história não acaba, ela torna-se imagem para soprar o ar renovado de quem precisa ir a fundo nas memórias familiares.

Com edição de Alexandre Belém e Georgia Quintas, Baches é o primeiro fotolivro da fotógrafa Montserrat Baches (1954).

Dimensões (alt x larg): 15 × 1 × 20 cm
Páginas: 48 páginas
ISBN: 9788568804018
Edição:
Ano: 2015
Tiragem: 500 
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 60,00
Banzo

Beto Figueiroa

Estar de banzo, viver e senti-lo possui uma relação de contexto. Da ausência vivida pelo que está longe de nós, irmanada na presença da saudade, da sensação de perdermos o chão seja por um lugar ou por uma pessoa.

Palavra impregnada da escravidão, o banzo, a saudade extrema, matava os escravos ainda nas embarcações. Beto Figueiroa batizou tais imagens com o peso e a potencialidade imaginativa que o termo enuncia.

O sentido da palavra deambula por outras sensações como a dor da melancolia, da tristeza que embota a alma e tira todas as certezas do caminho. As imagens de Banzo discursam por entre o que a palavra sugere.

No entanto, a força imagética salta para uma visualidade que percorre a abstração, solo de desvios, de contextos apreendidos pelo acaso tanto quanto de sonhos interrompidos, lampejos da vista. Foi assim que surgiu Banzo, pela sensibilidade em ver coisas possíveis para sentimentos da vida, que a fotografia faz (às vezes) de cenário.

Dimensões (alt x larg): 20.5 × 1 × 27 cm
Páginas: 32 páginas
ISBN: 9788568804025
Edição:
Ano: 2016
Tiragem: 250
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 45,00
Diorama

Paula Pedrosa

Paisagem, cena, realidade, ilusão. Cores, escuridão, espreitar e observar. A série Diorama mescla cenários naturais e artificiais de maneira tão intrínseca que geram novas e pseudos paisagens, as quais afetam a percepção pelo grau de realidade.

O ensaio busca a apropriação e confinamento da natureza pelo homem, e os deslocamentos das paisagens através do inconsciente humano. Paula Pedrosa tem formação interdisciplinar em biologia, ecologia tropical e comunicação visual. Suas pesquisas abordam os limites entre natureza e simulacro.

Dimensões (alt x larg): 20.5 × 0.5 × 27 cm
Páginas: 32 páginas
Ano: 2019
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 45,00
Jogos de Aparência

Georgia Quintas

As retóricas fotográficas envolvem sutilezas simbólicas de classes sociais de atestação de poder e riqueza – de um período específico que remete a meados do século 19 e início do 20. O lugar: o nordeste brasileiro, o estado de Pernambuco. A sociedade: oligárquica, patriarcal, aristocrática em contraposição à escravidão.

Território econômico-geográfico, agrário, do plantio da cana-de-açúcar. Legado colonial impregnado de diferenças, de posses (fosse de terras, fosse de gente). Espaço da casa-grande, da senzala e de discreta burguesia urbana. Uma história permeada de fausto, opulência, maus-tratos e melancolia. Sociedade partida em duas faces contundentes.

Esse é o cenário do novo livro da escritora e antropóloga Georgia Quintas: Jogos de aparência – Os retratos da aristocracia do açúcar. Quintas analisa, através da antropologia visual, os álbuns das famílias abastadas de Pernambuco durante o final do século 19 e começo do 20. Após pesquisar mais de 17 mil retratos, a antropóloga nos apresenta uma narrativa intrigante de um período rico e obscuro da sociedade brasileira.

Dimensões (alt x larg): 18 × 2 × 24 cm
Páginas: 232 páginas
ISBN: 9788568804056
Edição:
Ano: 2016
Tiragem: 500
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 60,00
Mato?

Ciro Girard e Rogério Assis

Com uma obra visualmente rica e estimulante, o fotógrafo, Rogério Assis e o designer, Ciro Girard, nos brindam com uma provocação igualmente reveladora: vida e morte, beleza e destruição, maravilhamento e medo separados por uma tênue linha.

Em cada lado, uma escolha. E uma consequência. Em um momento de grave inversão nos valores da sociedade brasileira, seria assim tão absurdamente difícil saber qual lado escolher?

Em 28 dípticos que mostram o desmatamento da amazônia de forma contundente, o fotolivro Mato? é um desconcertante caminhar por paisagens e cenários atuais que, todavia, apresentam o nosso futuro.

Dimensões (alt x larg): 30 × 2 × 21 cm
Páginas: 116 páginas
ISBN: 9788593223068
Edição:
Ano: 2018
Tiragem: 500 
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 90,00
Ninguém é de ninguém

Rogério Reis

Ninguém é de ninguém reúne pela primeira vez em livro o mais recente trabalho de Rogério Reis, um dos fotógrafos brasileiros mais destacados no país e exterior. Com beleza e ironia as fotografias captadas nas praias do Rio de Janeiro querem fazer refletir sobre a dualidade público e privado.

Ao utilizar tarjas sobres os rostos de seus personagens, flagrados da forma mais espontânea, Rogério Reis lança um olhar crítico sobre a criação da propriedade de imagem no espaço público em contraponto ao caráter documental da fotografia.

Nesse jogo de crítica, humor e imagem, Rogério apresenta, junto às cerca de 40 fotografias reunidas, a “Cartilha para tirar fotos espontâneas na praia”, em que está presente a oportuna frase do artista urbano inglês Banksy: “É sempre mais fácil conseguir perdão do que permissão”.

Dimensões (alt x larg): 23 × 1.5 × 23 cm
Páginas: 96 páginas
ISBN: 9788567854700
Edição:
Ano: 2015
Tiragem: 1500 
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Capa dura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 75,00
Sobretempo

Mariana Tassinari

A linha do risco da poesia em imagem. O risco que alimenta a beleza da memória. O livro Sobretempo restaura o tempo sob a subjetividade imprudente e suave da paisagem. Em 49 imagens, a artista Mariana Tassinari ressignifica o acervo de slides do avô e cria novas paisagens e sensações.

Com sobreposições a partir de colagens manuais, as imagens revelam um arquivo vivo de lembranças. Sobretempo passeia e nos mostra montanhas, mares, cidades e edificações enevoadas em magenta e ciano.

Dimensões (alt x larg): 24 × 1 × 21 cm
Páginas: 104 páginas
ISBN: 9788593223044
Edição:
Ano: 2017
Tiragem: 1000
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 80,00
Sonhos ficaram guardados

Jane Paris

Sonhos ficaram guardados poderia ser apenas um sugestivo título para um livro que desse conta da sua poesia. Contudo, vai além. Traz a complexidade simbólica das palavras para a fotografia. De certa maneira, fratura a potência literária ao enfatizar narrativas subliminares pela atmosfera dramática do imaginário revelado em imagens.

Os sonhos insinuados nas fotografias da artista Jane Paris lançam para o centro da narrativa o abismo que circunda o inconsciente de todos nós. A edição do livro alinhava seu conteúdo pelo limiar da imaterialidade intangível dos sonhos, tensionando estados do que pudera ser vivido de alguma maneira, em algum lugar, por passagens e encontros com o habitual, simplesmente pela vida que urge.

Dimensões (alt x larg): 18 × 0.5 × 24 cm
Páginas: 64 páginas
ISBN: 9788593223020
Edição:
Ano: 2017
Tiragem: 500
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 70,00
Vertentes

André Conti

A fotografia sempre acompanha, encoraja e descampa. Nesse caminho, documentar o que é visto, muitas vezes, se torna a busca pelo que passou ou ficou desapercebido na memória. As lembranças e vestígios se tornam recorrências durante o fotografar. A fotografia nos enreda e conduz para outros mundos e sensações. Por entre tudo isso, Vertentes desloca-se, faz atalhos e cruza caminhos.

Cenas ordinárias, habituais, do cotidiano. Porém, metafóricas, alegóricas, livres no percurso do imaginário. Não importa o que é visto. A busca se faz pelo que é experimentado. Muito mais do que memórias, são sentidos de um agora, de uma vivência.

Ao tentar inventariar um espaço territorial que o acompanha desde a infância (carregada de mistérios), André Conti se arma com alguns aparatos: imagens noturnas com longas exposições e a Lua cheia como companheira. Conti propõe um ensaio que é puro chamamento para contemplarmos aquilo que poderia ser tomado como experiência de sentidos.

Vertentes é o fotolivro #4 da coleção Olhavê {Projeto}, coleção de livros de fotografia de autores contemporâneos brasileiros. Os trabalhos inéditos se alinham ao recorte da coleção que prima por narrativas concisas com ênfase na potência poética. A edição dos ensaios problematiza temas e histórias, preservando o discurso subjetivo.

Dimensões (alt x larg): 20.5 × 0.5 × 27 cm
Páginas: 32 páginas
ISBN: 9788568804025
Edição:
Ano: 2016
Tiragem: 250
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 45,00
Vigilia

Katia Kuwabara

Oferecendo segurança utópica, guaritas se espalham em milhares pela cidade de São Paulo. Guardam ruas, casas, famílias; numa pseudo-harmonia entre a rua e o privado.

Vigília foi desenvolvido a partir da observação da cidade. Pelos caminhos, intriga as atrevidas cápsulas que moram na paisagem urbana. Sem convenções ou padrões, surgem aterrissadas. O ensaio mergulha nesses microcosmos: lugar inapto em sua atmosfera fantástica. Verdadeiras alegorias de vigília.

Vigília é o primeiro título da Olhavê {Projeto}, coleção de livros de fotografia de autores contemporâneos brasileiros. Os trabalhos inéditos se alinham ao recorte da coleção que prima por narrativas concisas com ênfase na potência poética. A edição dos ensaios problematiza temas e histórias, preservando o discurso subjetivo.

Dimensões (alt x larg): 20.5 × 0.5 × 27 cm
Páginas: 32 páginas
ISBN: 9788568804025
Edição:
Ano: 2015
Tiragem: 250
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 45,00
Vanitas

Gabriela Oliveira

“Quando criança em minha cidade natal, às Sextas-Feiras da Paixão, haviam procissões e rezas, o que para mim soava muito sombrio e colorido ao mesmo tempo. Havia o cortejo do corpo de Jesus em uma urna transparente, haviam velas e orações, as filhas de Maria, as Madalenas, havia um sofrimento encenado que de alguma forma se misturavam aos funerais reais que, após os mortos serem velados em suas residências, se realizava a missa de corpo presente na Igreja Matriz no centro da cidade. Sinos dobravam, o cortejo saia para o enterro, pessoas muito bem arrumadas seguiam ao sol fervente em um silêncio profundo o longo trajeto até o cemitério municipal para a despedida”, Gabriela Oliveira.

Dimensões (alt x larg): 20.5 × 0.5 × 27 cm
Páginas: 32 páginas
Ano: 2019
Idioma: Português
Tipo de encadernação: Brochura
Local de produção: São Paulo . Brasil
Crédito das fotos: José Fujocka

R$ 45,00

PROJETO FOMENTADO COM RECURSOS DA LEI ALDIR BLANC
EDITAL PROAC EXPRESSO LAB Nº 40/2020 POR MEIO DA SECRETARIA DE CULTURA E ECONOMIA CRIATIVA DE SÃO PAULO

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